EDITORIAIS - arquivo 1 |
- de anos anteriores |
Foram
muitos, muitos sonhos lançados ao ar em forma de cores,
luzes; desejos e pedidos atirados em flores ao mar, ao
ar; esperanças renovadas em 7 ondas, em todas as alegrias
e abraços... Mas cores mudam, luzes se apagam, flores morrem, ondas acabam na
areia... Nos sobram a esperança, o sonho e o carinho;
e são esses os ingredientes que temos para construir
a realidade que queremos!
Você
tem esperanças em fazer o tricô ser uma importante
parte da sua vida? Quer que ele lhe dê lucros? Precisa
que ele a ajude a complementar sua renda? Você sonha fazer
do tricô o seu emprego? - Ótimo,
perfeito! Mas...... e o que você está fazendo para tornar
isso realidade? Ou você ainda é do tempo em que se esperava o frio
chegar para usar a máquina? Ou você pensa que deve
aguardar as clientes telefonarem para realizar encomendas?
Tenha em mente que o tempo do amadorismo acabou! Ganhar dinheiro requer
uma postura profissional, exige dedicação, nos
obriga à competência! Durante
o verão temos que realizar um dos trabalhos mais importantes
para uma tricoteira: a preparação. É hora de revisar a máquina
(se precisar de um técnico), é hora de você
fazer um balanço exato do seu estoque de fios, é
hora de COMPRAR FIOS e aproveitar os preços de antes
do pico de consumo, é hora de ficar atenta aos lançamentos
e tendências da moda, é hora de estudar tricô
e esclarecer suas dúvidas, relembrar o que já
aprendeu, aprimorar sua técnica. É hora de treinar
coisas que lhe pareceram complexas (uso da frontura, do rendado,
de algum novo acessório que deseje aprender a usar bem);
é hora de treinar a produção de roupas
que você sonha saber tricotar mas nunca ousou tentar.
É
hora também de você planejar sua produção
segundo o que você constatou no seu mercado (se já
tricotou durante o ano passado): - o que você vende melhor tradicionalmente (blusas, meias,
casacos, calças compridas, saias, etc?)
- qual a cor que o seu mercado mais consome (cinza, preto, branco,
etc, etc)? - que tamanhos foram os mais vendidos?
Com as respostas ao item acima, é hora de pegar papel
e lápis e PROGRAMAR o que vai produzir com o fio que
você tem em casa:
- tipo de roupa (blusa ou conjunto de calça/blusão,
etc), - o tamanho dela (42/44 ou 8 anos, etc),
- o fio que vai usar (de verão ou de inverno, ou uma
mistura dos dois...),
- as cores que vai utilizar (laranja com jeans e azul médio
ou rosa com cinza, por exemplo),
- a modelagem (blusa de cava com decote acanoado, por exemplo)
- a técnica (ponto simples ou com o uso de cartelas,
da frontura, etc)
É
hora de você estabelecer METAS; quanto você quer
ganhar? Para atingir o valor estabelecido, quanto você
deverá produzir, ou seja, qual deverá ser o seu
estoque de roupas prontas? E, para produzir esse total de peças,
quantas você precisará produzir POR DIA? Sim, isso
é importantíssimo para que você possa programar
os seus horários particulares (para tratar da casa, dos
filhos, das idas a médico, supermercado, etc) e saber
qual será o seu "horário comercial"!
Se você tivesse que trabalhar fora, suas 8 horas diárias
seriam pré-estabelecidas, correto? Trabalhando numa atividade
independente, é VOCÊ quem deve estabelecer um horário
adequado à realização do seu objetivo!
É
tempo também de você planejar as vendas:
- quem vai vender o que você produzirá? (você,
sua irmã, o marido, uma vendedora externa, uma lojinha
conhecida, etc., etc)
- Como você poderá motivar sua vendedora (seja
ela da família ou não)? Com o aumento progressivo
do percentual sobre as vendas ou dando a ela uma peça
de roupa, a cada X peças vendidas, que ela poderá
vender e ficar para si com o valor integral?
- Como você pode beneficiar a cliente que comprar mais?
Com brindes ou com descontos?
Aliás,
tendo vendedora, converse com ela, ouça suas sugestões
e dicas; afinal, é ela quem ouve o que as SUAS clientes
comentam, perguntam, sugerem....
É
tempo ainda de planejar seu marketing: deixar prontos pequenos
presentinhos para as professoras dos seus filhos ou netos; providenciar
cartõezinhos com seu nome/telefone/atividade para amarrar
graciosamente em todas as peças produzidas. Deixar cartõezinhos
em todas as lojas da sua vizinhança: padarias, mercearias,
sapatarias, etc., etc.. Sem esquecer de todos os apartamentos
do seu condimínio ou casas da sua vizinhança!
Quanta
coisa, hem? E você está aí parada por que?
Como vai ter lucros, como vai produzir peças lindas,
como vai ganhar dinheiro, como vai manter sua clientela feliz
e bem atendida sem trabalhar para isso?
Não invente desculpas; há muita coisa a fazer.
Organização, estudo, planejamento, etc., são
coisas que só dependem da sua vontade de fazer dos seus
sonhos e esperanças uma realidade gratificante e lucrativa.
VOLTAR |
Não
está muito longe o tempo em que a maioria dos homens
se dava ao direito de decidir o que a mulher, a sua mulher,
podia ou não podia fazer.
Dado a elas o direito de trabalhar fora, causava até certa
vergonha ter que explicar, aos amigos, que a sua mulher tinha
seu próprio salário; lhes parecia como que um
reconhecimento de sua "incapacidade" de satisfazer as necessidades financeiras
da família. Por isso alguns homens afirmavam sua hombridade
com pérolas como "mulher minha não trabalha
fora".
Fazer tricô e ganhar, com ele, algum dinheiro,
muitas vezes ainda soa, a alguns homens, como algo que é
justificado apenas como um hobby, um passatempo, uma atividade
secundária na vida da mulher. Não é incomum
vermos um homem assustado ao constatar que sua mulher conquista,
desse "passatempo", uma renda que pode ser quase tão
importante quanto o salário que ele recebe! Outros custam
a tomar consciência de que um rendimento adicional, extra,
de 40 ou 50% do seu salário pode melhorar significativamente
o poder aquisitivo da família!
Maridos:
acordem para a importância da valorização
do tricô que a sua mulher pode fazer. É fundamental
que ela se sinta prestigiada, ajudada, apoiada; é disso
que tirará energia para ter ânimo, disposição,
entusiasmo, criatividade, bom gosto! Interesse-se em ajudar,
nem que seja enrolando fios!
Ela não pode sair hoje? Vá você comprar
o fio que ela precisa!
Os fios estão todos amontoados? Providencie uma boa prateleira!
Você acha que ela tem dificuldades com a máquina? Estimule-a a fazer um bom curso!
Sugira cores, elogie modelos, sugira estilos. Você viu uma vitrine
interessante? Mostre a ela! Leu um artigo importante sobre cores
da moda, no jornal? Leve-o para ela!
Procure saber no que você pode ajudar a melhorar as condições
de trabalho dela: uma cadeira com rodinhas? Uma frontura? Um
transferidor automático de pontos? Um curso (o nosso,
naturalmente!)? Um enrolador elétrico? Uma máquina
de costura? Um ferro elétrico a vapor? Um "vale-fios"?
Mesmo
que sua mulher ainda não obtenha rendimentos, lucros,
como classificar o que vai deixar de gastar só fazendo
roupas tantas para a família? ECONOMIA! Dinheiro não
gasto!
Acreditar, estimular, ajudar, valorizar o empenho é fazer
a mulher sentir-se importante, capaz, participante. Não
há casamento que não se beneficie com isso: parceria,
solidariedade, cumplicidade, são ingredientes perfeitos
para que haja uma sensível melhora na atividade tricotal
dela. Fazer tricô à máquina é fazer
arte, é transformar criatividade em uma roupa única,
é sonhar um estilo e concretizá-lo num produto
exclusivo; é somar fios, pesquisa de tendências
e conhecimentos para ter como resultado... moda; sim, sua tricoteira
é uma profissional da moda.
Ajude,
apoie, seja parceiro. Orgulhe-se
ao dizer "minha mulher tem sua própria atividade
profissional; ela faz moda, tricota peças exclusivas,
personalíssimas".
Você talvez não soubesse disso ainda, mas é
um marido de sorte.....!
Nov/Dez 2003
VOLTAR |
Foi bom, muito bom, mas... acabou! O frio oficial, marcado pelo
calendário, acabou. Agora, pensaria antigamente uma
tricoteira, estou em férias! Já posso guardar
minha máquina....! É hora de cuidar do jardim,
preparar a terra, plantar flores....
ISSO MESMO! É bem hora de toda tricoteira preparar a terra
e plantar flores! Coloridas, exuberantes, viçosas,
maravilhosas. Areje o ânimo, afofe as idéias,
fortifique seus conhecimentos, revigore sua máquina
de tricô e semeie seu trabalho. Em breve verá
florir, exuberante, o faturamento!
Sim! Se você tem uma máquina de tricô,
tem o queijo, a faca e.... a receita!
É hora de grossas fatias de criatividade em shorts
práticos e gostosos, de atenção à
moda tão generosa para com bermudas de todos os tipos
e modelos; é hora de derreter bom gosto sobre o seu
mercado; é hora de deliciar sua clientela, amigos e
família com roupas leves, fáceis, bonitas, baratas
e lucrativas. Não pode sobrar queijo, não pode
faltar trabalho, não há de sobrar cliente sem
um exemplar do seu bom gosto.
Definitivamente,
morreu de velhice a idéia de que o tricô pudesse
ser a marca do inverno. Tricô, hoje, é sinônimo
de certeza: se alguém tem dúvida na hora de
estar bem vestida, ou apela para o pretinho básico
ou se apoia no bom caimento de uma roupa tricotada com bom
gosto e criatividade.
Por
isso mesmo, prepare-se para um mercado que quer renovação,
criatividade: use as cores da estação, aproveite
as dicas das tendências gerais da moda, inove em detalhes
como babados, amarrações e laços, acrescente-os
às peças que normalmente tricota. Prepare-se
para usar e abusar dos rendados, das fendas, dos decotes transpassados,
dos babados.
Aproveite
a alegria das flores, da moda colorida, da primavera da rosa
(da flor e da cor) e do sol (do amarelo ao laranja) e ofereça
às suas clientes opções irresistíveis
de um tricô cheio de moda, capricho, simplicidade e
bom gosto. Quem resistirá?
Falando
em férias, praia, malas e sacolas, atente para produzir
o seu enxoval de verão: shorts, muitas bermudas, mini
saias, blusinhas fresquíssimas (o calor brasileiro
não é brincadeira), tops. Começe a planejar
arranjos para os presentes de fim de ano: tricote conjuntos
que serão presenteados em lindíssimas bolsas
combinantes; de tricô ou não, fica a seu critério.
Mas INOVE. Faça a Primavera ser o seu tempo de criar
idéias, detalhes, peças diferenciadas. Plante.
A sua clientela, com toda certeza, vai adorar esse jardim....
Setembro/2003
VOLTAR |
Sonho.
Esta seria a palavra mais exata para expressar o principal
motivo pelo qual as pessoas desejam ter uma máquina
de tricô. "É meu sonho desde criança"....
"Faço tricô à mão e meu sonho
é ter uma máquina"....
De uma certa maneira esse sonho não é tão
abstrato; seu motivo é maior do que a idéia
traduz. O que queremos mesmo é ter a criatividade que
víamos outras pessoas exercerem.
Queremos produzir a admiração que nós
mesmas sentimos pelo tricô que sempre soubemos vir dessas
máquinas quase mágicas.
Queremos algo que seja compatível com a criatividade
que nosso tricô à mão não tem velocidade
para tornar realidade.
Dinheiro:
esta é uma outra forte razão para se desejar
uma máquina de tricô. A força da publicidade
difundiu a idéia de que a máquina de tricô
seria quase uma máquina de fazer dinheiro. Esta idéia
tem fortes raízes na verdade, mas deve ser adubada
com doses maciças de conhecimento, estudo, pesquisa,
aprendizado, capricho, determinação e persistência.
Isso considerado, tem-se, no tricô, um rendimento extremamente
interessante.
Ocupação
alternativa: pessoas que trabalharam fora a vida toda podem
ter sérios problemas na adaptação à
vida doméstica quando optam por ficar em casa, normalmente
em função dos filhos. Para essas pessoas a máquina
de tricô tende a ser um motivo de estabilidade e equilíbrio
pois podem gerir a casa, permanecer ao lado dos filhos mantendo-se
produtivas e comercialmente ativas. Tendem a administrar seu
tricô de maneira empresarial, objetiva, com excelente
lucratividade.
Princípio
de rumo: o início de uma nova atividade requer vários
níveis de conhecimento, o que inclui itens como matérias
primas, mercado, produtos possíveis, suprimentos adicionais
(linhas, botões, zíperes, couros, etc). Antes
de iniciar a produção em grande escala, pode
ser muito útil e interessante adaptar-se a todos esses
novos conhecimentos a partir de uma máquina de tricô
doméstica. Inúmeras grandes empresas nasceram
a partir desse princípio.
Realização:
todas as pessoas gostam de ser e sentir-se produtivas; melhor
ainda se sua atividade lhes trouxer a admiração
dos que a rodeiam, a satisfação das pessoas
que se utilizarem dos produtos produzidos. O sentido de realização
pessoal é tão importante que não se admite
sucesso duradouro ou uma carreira vitoriosa (em qualquer atividade
humana) sem que ele seja alcançado. A máquina
de tricô traz, como consequência do seu uso, um
imenso sentido de realização pessoal. Sentir-se
capaz de criar, de produzir, de fornecer uma roupa perfeita,
bonita, única e admirada, revitaliza, rejuvenesce,
motiva, orgulha e renova o ânimo e a alegria de quem
tricota.
Complementação de renda: mesmo trabalhando fora,
o rendimento pessoal ou familiar pode se tornar mais tranquilo
com o acréscimo de uma renda adicional. Por menor que
possa ser, (pois quem trabalha fora não tem muito tempo
disponível ao tricô), ela pode aliviar a pressão
de despesas extras e inesperadas. Muitas pessoas utilizam
o tricô como fonte adicional de renda e aproveitam o
mercado oferecido pelo seu ambiente de trabalho (o que é
muito interessante).
Terapia:
a atividade de tricoteira requer relativa concentração;
é preciso pensar cada passo do momento em que se está
tecendo. Isso possibilita que pessoas tensas, nervosas ou
até mesmo aquelas que estejam passando por períodos
psicologicamente difíceis, possam restabelecer-se mais
rápido e melhor: o exercício da criatividade
(por menor que seja), a ocupação (que concentra
objetivos) e o resultado (que sempre dá alegria), são
fatores importantes no restabelecimento dessas pessoas.
Há
que se ressaltar com veemência a importância da
máquina de tricô para alguns tipos de deficiências
físicas; uma cadeira de rodas, por exemplo, não
impede que se faça um tricô absolutamente perfeito,
maravilhoso, igual ao de qualquer outra tricoteira.
Hobby:
quando utilizada no âmbito doméstico, a máquina
de tricô pode ser um hobby importante. Fazer tricô
para a família, para a casa (a própria e a dos
filhos, netos, etc), tem uma conotação de carinho
e dedicação à família. Centenas
de mulheres fazem tricô a máquina por puro hobby,
distração, dedicação.
Paixão:
se o tricô à mão é uma alegria,
um prazer, essa tricoteira é séria candidata
a uma grande paixão pela máquina. Dominá-la,
transformar técnicas do tricô manual para a máquina,
encarar o desafio da adaptação, habituar-se
à velocidade da máquina, sentir sua parceria
eficiente e ágil, descobrir suas facilidades e possibilidades,
é absolutamente fascinante.
O resultado dessa paixão? Ótimas tricoteiras!
Existem
ainda muitos outros bons motivos para se ter uma máquina
de tricô. Em cada casa, em cada família, há
espaço para a arte, a criatividade, a técnica,
a concentração, a paz e a paixão que
o tricô é e nos faz ter.
Se
você já tem uma máquina de tricô, perfeito! Sinta-se privilegiada!
TODOS os motivos nos chamam a usá-la bem, muito e sempre.
Dominar, conhecer, entender e usar bem uma máquina de tricô
é mais que uma ocupação ou uma atividade: é ter nas mãos a
possibilidade de realizar o seu próprio sonho.
Julho/2003
NOTA: Se desejar adquirir uma máquina de tricô,
veja algumas boas lojas no item MÁQUINAS
ou pesquise junto ao CLASSIFICADOS TRICOCURSOS.
VOLTAR |
A globalização e a industrialização
quase fizeram o mundo esquecer que nada substitui a criatividade
e o prazer do tricô "doméstico".
O
Jornal do Brasil, em 05/Maio/2002, publicou um interessante
artigo sobre o ressurgimento do tricô à mão
como uma mania, um verdadeiro hobby popular; diz um trecho da
reportagem:
"A
febre da dobradinha lã e agulha contagiou as celebridades.
Julia Roberts, que cobra um cachê de US$ 20 milhões por filme
e pode comprar roupas onde bem entender, foi flagrada várias
vezes tricotando cachecóis e gorros entre uma cena e outra.
''A primeira coisa que faço quando chego num set de filmagens
é achar um canto para deixar meu material. Gosto do tricô
porque é um hobby bem mais sociável que a leitura, já que
posso tricotar e conversar ao mesmo tempo'', declarou Julia
à revista People. Winona Ryder, Hillary Swank, Debra Messing
e Julianne Moore também gostam de tricotar e até o machão
australiano Russel Crowe, que diz ainda não ter aderido ao
hobby, foi fotografado tecendo um suéter."
Note que toda esta história está ligada ao tricô
à mão e está sendo assumida como um hobby
desestressante.
Ao
final da reportagem entramos na parte comercial desse processo:
"Como sempre acontece nos Estados Unidos, as grandes
cadeias de roupas já sintonizaram com a nova moda e colocaram
nas vitrines peças que parecem ter sido feitas
pelo próprio dono."
E
o que você, dona de uma máquina de tricô,
tem com isso? TUDO!
O
tricô a máquina, comercialmente falando, é
o que mais se assemelha ao tricô manual; pode ser até
MELHOR! Ele é uma ponte, um elo entre o tricô
industrial e o tricô manual. Tem as vantagens do artesanato
e a rapidez que a máquina propicia. Tem a beleza visual
de um tricô manufaturado e a perfeição
na textura homogênea dos pontos que a máquina
produz. Permite a criatividade própria de uma atividade
manual mas oferece recursos técnicos que a agilizam.
Permite um acabamento semi-manual mas tem uma produtividade
muito superior a do tricô feito à mão.
O
tricô a máquina também é altamente
desestressante: absolutamente todas as pessoas que a ele se
dedicam com entusiasmo, esquecem dos problemas e das angústias
quando tricotam ou falam de tricô.
Mesmo que a pessoa não tenha angústias ou problemas,
revigora a autoestima ao sentir-se capaz de produzir roupas
bonitas, únicas, perfeitas.
Mais do que isso: se você tem uma máquina de
tricô, um mundo diferente está aberto aos seus
olhos: as revistas têm outro colorido, repentinamente
lhe parecem cheias de ótimas idéias; as vitrines
têm muito mais cores para seus olhos. Basta... enxergar!
Claro, você não precisará ser uma pessoa
do mundo da moda, mas você saberá, muito melhor,
interpretar idéias, adaptá-las ao que você
é capaz de criar e fazer na sua máquina.
Não
importa se é para inverno ou verão; o tricô é capaz de deslumbrar num e noutro. A sua máquina
de tricô é capaz de fazer moda quente e moda
fria, malha que agasalha ou que refresca. A sua competência,
a sua criatividade, os seus conhecimentos é que farão
a diferença.
Mais do que nunca, o tricô está valorizado, é
alvo dos olhares da moda; se você pode fazer tricô,
se você tem máquina de tricô (ou prentende
comprar uma), se você gosta de tricô, é
tempo de abrir seus olhos para ela!
Junho/2003
VOLTAR |
Não
há círculo de amigos, reunião empresarial
ou de vizinhas, governamental ou de desportistas que não
comente a crise. Está ruim, está difícil,
etc.. Os adjetivos são incontáveis. Até
mesmo no tricô algumas pessoas se queixam da crise.
A
pergunta é: QUE crise? Do que, exatamente, estamos
falando nesses momentos?
Daquela
loja de blusinhas que fechou e onde abriu outra, exatamente
de blusas de moda? Daquela loja de calçados que decidiu
vender também chocolates para a Páscoa? Daquela
loja que só vendia tamanhos M(agra), F(ininha) e E(streitíssima)?
Dos terríveis impostos que são culpa de tudo
(mas.... eles já não existiam ANTES da loja
abrir...?)????
Estamos
falando de amadorismo; de quem investe sem planejamento, sem
pesquisa. O ponto é bom? Porque a loja anterior fechou
nesse mesmo endereço? O que o meu produto tem de melhor
ou de diferente? Que tipo de produto (ou de roupa) não
tem nas imediações e que a região precisaria
ter? Qual o meu custo real? Que preços posso efetivamente
fazer para cobrir todos os custos? Que tipo físico
vemos na região? São pessoas magras? (influencia
a largura das roupas) São pessoas baixinhas? (influencia
o comprimento das roupas) São morenas? Loiras? (influencia
o conjunto de cores que devemos oferecer em roupas). Que tipo
de público iremos atender (operários têxteis,
metalúrgicos, comerciários, etc)? Que nível
salarial domina a região?
Etc. Etc.... etc!
No
caso do tricô a máquina, tudo isso deve ser pensado.
Vemos muitas tricoteiras animadas, entusiasmadas, sem tempo
"nem para respirar" e sabemos de outras, apáticas,
cheias de queixas do mercado, da crise, da concorrência
do tricô industrial, da loja da esquina, etc., etc.
Algumas pensam em usar a máquina só para fazer
blusas; depois queixam-se da concorrência das lojas
que revendem produtos simples a preços também
simples. Peça-lhes que tricotem um vestido e estarão
absolutamente incapacitadas. Nem peça que teçam
um conjunto de meia-calça com polainas e boina!
As grandes fábricas de malhas, inclusive as que produzem
o tricô industrial, mantém permanentes equipes
de criação, de pesquisa da moda; essas equipes
são responsáveis pela sobrevivência da
empresa! Se o produto criado não for bonito e diferente,
se não tiver algo que conquiste a decisão de
compra da cliente no balcão das lojas, a empresa terá
sérias dificuldades.
Você,
tricoteira, tem que eliminar as chances de qualquer crise:
faça um tricô DIFERENTE. Ele pode ser simples
(ponto meia), até para que você possa ter um
custo reduzido. Mas tem que ter um algo a mais, um toque de
capricho, de criatividade, de pesquisa. Simples listras podem
resultar numa roupa cafona ou numa peça lindíssima.
É a tricoteira que dará alma à peça
tecida.
Você pode também especializar-se no tricô
mais trabalhado, atendendo a um mercado menor, mais sofisticado,
de melhor poder aquisitivo. Se a pesquisa do seu mercado mostrar
que há espaço para esse tipo de tricô,
faça-o!
O
tricô à máquina bom, bonito e diferente
não tem e não terá crise jamais. O tricô
que atenda à exigência da sua área de
abrangência (seu bairro, seu condomínio, seus
amigos, sua família, etc) sempre terá mercado
suficiente.
Lembre-se que você pode produzir um tricô único,
exclusivo, semi-manufaturado. Único, porque só
você o faz do seu jeito; exclusivo, porque dificilmente
tricotamos duas peças iguais (muito menos quando não
queremos que o sejam....); semi-manufaturado porque damos
a cada peça tricotada o mesmo tratamento, acabamento
e cuidado que o tricô manual dá.
O
tricô a máquina talvez seja uma das atividades
mais imunes às crises de mercado. Ele só não
está livre da falta de criatividade, da mesmice, da
falta de imaginação e da inércia de quem
o produza. Portanto, mexa-se! O inverno está à
frente e você tem todas as chances para fazer dele um
tempo de criatividade produtiva, de sucesso planejado e de
ótimo faturamento.
Maio/2003
VOLTAR |
O
calor estava in-su-por-tá-vel. Andava para lá
e para cá aflita, sentindo o "olhar" acusador
dela. Atrevida, lançava em mim pensamentos acusadores (- Você
já devia ter recomeçado);
ousada, mostrava-se pronta (- Estou pronta; você é
que parece não estar...);
insistente, gritava silenciosamente (- Venha! Temos que trabalhar!);
sedutora, desafiava minha inércia (- Posso fazer tanta
coisa bonita...).
Dei-me
por vencida. Sim, estava calor mas ele não seria eterno!
Até já havia uma brisa noturna com ares outonais...
Imaginei-a feliz ao ver-me arrumando cones, separando cores....
cores? Por Baco! Baco? Qual seria o mitológico Zeus
das cores? Que ele me socorra! Não imagino nem branco
com preto! Que há de ser do bege? Que fazer com esse
laranja?
O que fazem umas férias.... Você desliga o motor,
esfria; deixa de regar a criatividade; apaga o fogo que faz
borbulhar as idéias... e aí o cenário
trágico da falta de imaginação se instala:
o preto quase não combina com o branco, você
não consegue pensar em ocre, em marrom, em verdes.....
é triste; é desesperador...!
Sentei-me
junto dela. Há uma certa ternura nesse relacionamento
de tantos anos; quase nos entendemos pelo olhar, pelo tato,
pelo pensamento. Tantas horas juntas trabalhando na mesma
roupa, criando laços de solidariedade tricótica,
vencendo desafios, realizando projetos numa cumplicidade tricotal
silenciosa e eficiente. Tantas horas em que fomos parceiras
também de tristezas, onde ela quase foi meu sofá
psicanalítico, onde fui seu ombro amigo para defeitos
involuntários (é claro), cansados (de tanto
que exigi dela)... Hoje estou eu a precisar de uma injeção de força.
Injeção? Agulhas? Yeeees! A-GU-LHAS! E puxo-as,
e preparo-as, e sinto que estão fortes, animadas, vibrantes!
Comecemos tudo de novo, amiga! Das trevas fez-se a luz? Pois
do preto faremos a alegria do branco! E temos também
7 dias, e todos os outros, para criarmos um mundo inteiro
de idéias, para reacendermos as táticas de mistura
das 7 principais cores e de todas as demais que essas cartelas
maravilhosas nos fornecem...
Liguemos
o motor! É hora de aquecermos o espírito, de
restabelecermos nossa conexão cúmplice, é
tempo de reavivarmos a alegria de tricotarmos juntas! Vamos
reaquecer a parceria, a criatividade, a alegria, o ânimo,
a alma!
Enfim.... ao tricô!
Março/2003
VOLTAR
|
Não há brasileiro que não conheça
a lei do último momento: é nele que entregamos
nossa declaração de Imposto de Renda, é
nele que nos sacrificamos em filas intermináveis para
pagarmos as contas de luz, água, telefone, colégio,
etc., etc..
Porque não fazemos a declaração com calma
uma ou duas semanas ANTES? Porque não pagamos nossas
contas um ou dois dias antes?
"Este
ano quero realizar meu sonho: vou comprar uma máquina
de tricô." "Este
ano quero aproveitar bem minha máquina de tricô"
E Janeiro passou, e Fevereiro foi aquela correria, aquele horror
típico do último momento em filas intermináveis
nas compras do material escolar; Março começa
com o carnaval; frio mesmo só se pode esperar para
depois de Abril.
Até seu sonho está na fila do último
momento! Você já se deu conta disso????
Você
pensa que vai comprar uma máquina de tricô em
Abril ou Maio e vai encher a casa de roupas maravilhosas ao
primeiro frescor de Maio? Você acha que vai ligar o
botão POWER da sua máquina de tricô e
sentar-se à frente dela para olhar as maravilhas que
ela vai produzindo a cada 15 minutos?
Sinto muito! A grande maioria das máquinas de tricô
não tem botão POWER, sabia??? E é ela
que vai ficar à sua frente esperando as maravilhas
que VOCÊ vai fazer com a ajuda dela!
Você
acha que vai estalar os dedos e ter à sua frente uma
fila de pessoas prontas a ensinar tudo o que você quer
saber já, agora, para poder produzir as roupas que
você vê nas vitrines dos shoppings? Sim, você
quer que te ensinem tudo num prazo máximo de...
(sejamos generosos!)... uma semana?
Sinto muito! Mas lá vai você para a fila do último
momento, sobrecarregando o trabalho, os horários, o
humor, o sono e a paciência de quem levou anos e anos
para saber o que você quer que lhe seja ensinado numa
tarde, ou o que você pensa que pode aprender em uma
semana.
Existem
coisas que não podem ser deixadas para o último
momento simplesmente porque quando ele chega a oportunidade
já passou: o tricô é um caso desses. Quando
o frio chegar... você já terá que estar
pronta!
Pegue
sua máquina de tricô AGORA; ventile o ambiente,
areje seu dia, refresque seu ânimo; condicione sua criatividade.
Planeje o que precisa para realizar seu sonho: deve aprender?
Este é o momento! Organize horários, pesquise,
programe-se e comece imediatamente seu aprendizado. Dê-se
o direito ao prazer de sentir que vai crescendo como tricoteira;
curta o indescritível sabor de dar o nó final
no fio, olhar a peça pronta e pensar "fui eu quem
fez"! Este sim é um maravilhoso último
momento! O da vitória!
Veja
que o tricô é, sob esse aspecto, exatamente como
a vida: não se pode deixá-la vazia, guardada,
esperando uma nova oportunidade. Não se pode chegar
ao último momento, da vida e do tricô, para então
tentar saber o que nunca foi aprendido, fazer o que nunca
foi realizado, viver o que nunca foi vivido, amar o que nunca
foi amado...!
Mexa-se!
Não perca oportunidades! Não desperdice seus
sonhos nem seus objetivos. Sua máquina de tricô
está à sua espera. Não deixe esse encontro
para o último momento...
Março/2003
VOLTAR |
As luzes brilharam,
a comemoração foi linda. A festa acabou, o Natal
passou. De todo o brilho fica a lembrança e a nossa
melhor esperança. 2003 tem que ser, deve ser, precisa
ser, um ano de grandes esperanças.
Esperamos
paz, esperamos progresso, esperamos saúde, esperamos
alegrias, esperamos sucesso. Nossos desejos são tantos
e tão fortes que quase nos imaginamos a olhar para
estrelas cadentes, centenas delas, colhendo-as uma a uma e
armazendo-as na memória como se viessem recheadas de
soluções, felicidade, boa vontade, riqueza.
Por favor, desça seu olhar.
Não está no alto (do céu ou dos sonhos),
a fonte de tantas coisas que esperamos ter, ser ou realizar.
Não deixe que 2003 seja um ano só de esperanças.
Faça-o um ano de realizações...... SUAS!
Não imagine a mais bela roupa; não sonhe com
ela vestida na Branca de Neve. REALIZE-A. Desenhe sua inspiração,
pesquise o fio, o ponto, a malha e crie a modelagem, faça
a receita, tricote-a, costure-a e use-a. Transforme a sua
idéia, esperança ou sonho... em realidade. Cabe
a você, e só a você, ser o veículo
de realização das suas próprias esperanças.
Se
você sonha fazer um vestibular, comece 2003 estudando.
Planeje isso com cuidado, e faça! Se você quer
ter seu próprio computador, trate de aprender informática.
Se você quer tricotar, trate de saber fazê-lo
bem...!
A
imaginação, a criatividade e o sonho são
mecanismos necessários às realizações
humanas. Uma pessoa de sucesso (inclusive uma tricoteira)
é aquela que trata de realizar, com garra e determinação,
tudo o que idealizou. A mais bela roupa só é
bela porque a vemos, foi tecida, está ao alcance dos
nossos olhos; se está no sonho de alguém não
tem valor algum, por mais bela que pareça à
quem a sonhou!
Você
quer fazer do tricô uma importante fonte de renda ou
de realização pessoal? Então não
espere pelas estrelas cadentes! Trate de preparar-se, trate
de planejar-se, trate de organizar-se para realizar não
apenas mais um sonho, mas sim, um objetivo.
Comece
já, mesmo que você esteja em férias! Mude
o seu olhar e veja ao seu redor: observe roupas, costumes,
detalhes, materiais. Andando na rua, observe modelos, cores,
cortes. As calcas são largas? Os decotes são
ousados? As malhas são furadinhas? Os fios são
brilhantes? Aqui e ali aparecerá uma roupa diferente,
inusitada, que... puxa, deve ser possível tecê-la!
Anote as boas idéias enquanto curte o sol à
beira da picina ou na praia. Assuma a postura de quem é
do ramo e esteja sempre ligada ao que está ao seu redor;
a vitrine, o vendedor ambulante, tudo e todos têm algo
que você pode anotar como uma idéia útil
ou interessante.
Você
já se perguntou porque algumas pessoas sempre conseguem
o que querem e outras não? Porque as pessoas de sucesso,
além de querer e sonhar, tratam de criar as condições
para realizar seus propósitos.
Derreta
todos os seus sonhos e molde-os na forma da objetividade.
Não espere; faça. Faça 2003 ser o seu
sucesso.
Janeiro/2003
VOLTAR |
Novembro marcou o início da mais bela fase do ano:
é tempo de limpar, de arrumar, de organizar, de iluminar,
de preparar a mais bonita das festas de aniversário:
o Natal. Mesmo que você ainda não queira pensar
nisso, a vitrine mostra, as luzes e os brilhos iluminam a
alma e, devagar, quase sem percebermos, o espírito
do Natal vai tomando conta das nossas atitudes, do nosso tempo,
dos nossos planos.
Natal
é aniversário; presentes que damos aos que amamos,
numa homenagem calada ao Cristo que todos temos dentro de
nós. Presentear é um ato religioso no sentido de repartir, doar; é
uma tradição, um gesto que fazemos com carinho.
Mas presentear costuma ter também o lado preocupante:
é preciso gastar, e algumas vezes nem assim conseguimos
um presente que transmita um pouco do que somos, do que temos
de melhor. E gastar não é uma possibilidade muito simpática;
a cada Natal mais e mais vemos as lembrancinhas tomarem conta
das nossas listas e pacotes.
Se
você faz tricô, não há alegria maior
do que produzir carinho e presentear uma peça sua,
única, especialmente feita. Que amigo, que mãe,
que irmã, que tia, que marido, que pai não há
de se enternecer com uma peça tecida por você,
especialmente para ela(e)?
Que
sobrinha, filha, afilhada, prima, neta não há
de adorar a roupa alegre, atual, moderna, fresquinha e exclusiva
que você tricotou para ela?
Não,
você não tem a desculpa do clima: há muito
que tricô não é mais sinônimo de
inverno. Nada mais verão do que a malha furadinha (rendada
ou não) do tricô à máquina! Nada
mais verão do que os deliciosos e lindíssimos
fios de verão que o mercado oferece!
Pense
tudo o que precisa para o seu Natal: enfeites, embalagens
para os presentes e os próprios presentes. Faça
tudo isso em tricô! É uma lembrancinha? Tricote
uma gargantilha. É uma adolescente? Crie um lindíssimo
short rendado, uma mini-saia incrementada, um top colorido.
É mamãe? Ela adorará uma blusa em rendado
fechado. É sua irmã? Produza uma belíssima
e sofisticada blusa em lurex ou crie bermudas charmosas e
diferentes! É sua tia? Tricote um gostoso pijama em
fio de verão!
Não
menospreze a imensa capacidade da máquina de tricô
na solução do eterno dilema "o que vamos
presentear nesse Natal". Quem tem uma máquina
de tricô tem SOLUÇÕES, sempre. E pense
na importância econômica de poder produzir presentes
únicos, exclusivos, a um custo absolutamente compatível:
com um quilo de fio você produz pelo menos 3 ótimas
roupas que deixarão qualquer adulto feliz.
Por
favor, não fique pensando "é verdade"
ou "..... será?" ! Mexa-se! Faça sua
lista de possibilidades: o short da Estela, a saia da Beth,
o pijama da Elvira, a blusinha da Marli, etc., etc.. Planeje
os modelos: o short será "este", a saia será
franzida com uma deslumbrante barra rendada, o pijama será
mesclado, a blusinha será "esta", etc., etc..
E vá à luta, e tricote, e capriche, e calcule
só quanto você vai economizar em dinheiro e ganhar
em alegria com presentes tão especiais.
Lembrancinhas? O seu pode ser um Natal muito melhor!
Sem
esquecermos do lado comercial dessa possibilidade: há
o Natal das suas clientes, das suas amigas, das suas vizinhas....
Mas
você não tem uma máquina de tricô?
Então acabou de encontrar uma ótima sugestão
para enviar ao seu Papai Noel! Quem sabe ele não está
a meditar no que seria um bom presente para você? Pense
nisso! Feliz Tricô!
Novembro/2002
* - * - *
VOLTAR |
Talvez em função da publicidade, as pessoas
achavam que, feitas as aulas gratuitas de manuseio (na loja
revendedora da máquina), estariam prontas e em condições
de produzir todo tipo de roupa. Não é incomum
ouvir-se comentários do tipo "não preciso
de um curso, já fiz um ao comprar minha máquina".
Vemos
máquinas compradas há 1, 3, 5, 6, anos......
sub utilizadas (quando não guardadas), muitas vezes
de pessoas às quais um rendimento extra (como o tricô
pode proporcionar) poderia ser uma importante solução
para melhoria da renda familiar.
E
existem as pessoas que vivem a depender de amigas, de favores,
de boa vontade alheia, de "mandar fazer o esquema"
para tecer "uma blusa listrada para meu filho que tem
12 anos mas usa tamanho M".
Quanto
tempo perdido! Quanta vitória não conquistada!
Quanto dinheiro não ganho ou jogado fora! O que esperam
essas pessoas? É preciso, sim, aprender tricô!
Ou você acha que o seu filho pode estudar em casa, com
livros e cadernos emprestados, sem jamais frequentar uma escola?
Quanto tempo você levará para aprender informática
se tentar aprender tudo sozinha? Será que com um curso
você não aprenderia mais rápido e melhor?
Quem sabe não conseguiria um cargo ou um salário
melhor no seu emprego, mais rapidamente, ou até um
emprego melhor, por isso?
E
porque no tricô seria diferente? É preciso, sim,
aprender tricô!
Ser
uma tricoteira é ser livre, é saber-se capaz
de produzir qualquer coisa; é olhar uma vitrine, uma
revista, e perceber que usando essa ou aquela técnica
obterá aquele efeito, aquela modelagem, aquele caimento,
aquele visual. Ser uma tricoteira é não precisar
de nada mais, é ter domínio das possibilidades,
é não depender de ninguém, muito menos
para fazer um mero esquema de uma fuzô para sua adolescente.
Ser uma tricoteira não é alvoroçar-se
às vésperas do inverno, correndo atrás
do "como se faz" o que já é moda.
Faça
alguma coisa por você mesma. Aprenda tricô, aprenda
as técnicas para confeccionar bem o seu tricô
a máquina. Mas não deixe para antes do próximo
inverno, esperando que o curso, ou a professora escolhida,
possa ensinar-lhe, em 7 dias, tudo o que você deseja
fazer para vender e "ganhar dinheiro nesse inverno".
Professoras
são seres humanos com limitações incrivelmente
semelhantes às de todo mundo! Como esperar que possam
dar atenção gentil, detalhada, eficaz e prestativa
se estão, a cada início de inverno, assoberbadas
de trabalho, horários absolutamente tomados e dezenas
de alunas apressadas, ansiosas, angustiadas? Sob tamanho stress,
que nível de eficiência, que qualidade de trabalho,
se pode esperar delas?
Programe-se
para aprender tricô da mesma forma que programa o aprendizado
dos seus filhos: faça seu curso com calma, durante
o ano; programe o seu aprendizado. Liberte-se de constrangimentos,
conscientize-se que ninguém nasce sabendo tricô;
liberte-se também da falsa idéia de que tricô
é coisa que se aprende rapidinho, em dois toques, em
uma semana, "com aquela vizinha que já teve uma
máquina de tricô".
É preciso aprender, e aprender bem. Programe-se financeiramente
para aprender tricô, da mesma forma que precisa programar,
no seu orçamento doméstico, a escola dos seus
filhos. Lembre-se que professoras de tricô também precisam
pagar o colégio dos filhos, o supermercado, o telefone,
etc.... Se você quer qualidade de aprendizado, valorize
a profissional que vai dedicar a você horas do seu dia,
incontável tempo anterior, às vezes anos, de
aprendizado, pesquisa, treino, experiência; isso é
o que permite a ela, agora, ensinar você. Professoras
de tricô merecem o mesmo tratamento, e respeito, que,
por exemplo, os professores do seu filho: elas precisam ter
os mesmos conceitos de didática, psicologia, organização,
lógica, etc..
Aprenda
tricô. Você será uma tricoteira plena,
completa, muito mais rapidamente, com muito maior segurança,
consciência, criatividade, eficiência, produtividade
e, com toda certeza, terá maiores e melhores lucros,
muito mais rapidamente.
Setembro/2002
* - * - *
VOLTAR |
A revista VEJA, edição 1763, de 07 de Agosto
de 2002, traz excelente matéría sobre os tamanhos
de roupas disponíveis na grande maioria das lojas brasileiras.
Se você estiver com o corpo em forma, usando o tamanho
M (no máximo), certamente encontrará todas as
roupas disponíveis, de todas as tendências, estilos
e preços.
Não
é muito diferente nas roupas populares; se você
é mãe de adolescente, certamente conhece todas
as lojas que vendem (por exemplo) os famosos tubinhos pretos
indispensáveis ao guarda roupas de qualquer uma delas.
Vestidos que só ela consegue vestir. E o vestido era....
acredite, M, antigamente conhecido por 36!
Um 36 que virou M. - Mãe, eu engordei?
- Não, filha, o vestido é que encolheu!
Mulher
brasileira. Morena, bonita, charmosa, marca que pede ginga,
quadris marcados, cantados em prosa e verso. Cadê o
tamanho 46? E o 48? Todas as mães das adolescentes, todas as tias, todas
as avós, todas as que pagam a conta, que trabalham
fora, que gastam tempo e sapato à procura da roupa
(antes tamanho 46-ou-48-ou-50) que literalmente..... sumiu
das lojas, conhecem muito bem esse emagrecimento da moda.
Por centímetros de pano muitas indústrias e
marcas economizam clientes. Ruim? Ótimo!
Que
ótima oportunidade está sendo oferecida a quem
saiba reconhecer um nicho de mercado. Tamanhos M, G, GG, XG.
Tamanhos especiais, modelagem nova, criativa (por favor, sem
aquela tradicional costura no meio da blusa lisa!). Tudo o
que o SEU tricô pode fazer!
Se
você pensa o seu tricô como rendimento extra (eventual)
ou para uso totalmente próprio (apenas da sua família),
isso pode não ser importante. Mas se você quer
planejar sua atividade como uma importante fonte de renda,
é preciso estar sempre atenta às possibilidades;
é preciso aproveitar essas oportunidades para criar
o seu nicho de mercado, a sua especialidade, o tipo de mercadoria
que mais vai fazer girar o seu.... faturamento.
Para
uma tricoteira, oportunidades como a que mostra a reportagem
de VEJA, são criadoras de vários nichos de mercado:
existem os tamanhos grandes femininos jovens e adultos, existem
os tamanhos grandes masculinos, também jovens e adultos.
Separamos
os estilos porque para eles, os meninos e adolescentes, podemos
criar um estilo alegre, colorido, brincalhão. Para
as jovens podemos criar estilos românticos, suaves,
leves. Se falamos de adultos, temos que pensar em produtos
mais sóbrios, elegantes, no estilo "quanto mais
discreto, melhor". As pessoas grandes, tamanhos 48 em
diante, têm extrema dificuldade em encontrar roupas
adequadas. Estamos falando, inclusive, de roupas de verão!
Mas
não pense que apenas nisso está a possibilidade
de criar seu principal mercado. Ótimas tricoteiras
concentram-se em produzir apenas... roupas de bebê.
Especializam-se, passam a conhecer e a usar todos os tipos
de fitinhas, adereços, lacinhos, apliques, etc., além
do muito que precisam saber de técnicas, de pontos,
de fios adequados..... E pensemos nas tricoteiras que se especializam
em roupas brancas, para médicos, enfermeiras, atendentes,
secretárias. Pense ainda nas que se especializam em
meias. Sim, meias em cores e pontos e estilos, para usos os
mais persificados (bandas, fanfarras, grupos folclóricos,
colégios, uniformes em geral).
É
verdade que normalmente não se produz SÓ o tipo
de roupa do nosso principal mercado consumidor; nem é
recomendável. Você deve poder produzir e vender
roupas persificadas, atendendo também à adolescente
de corpo perfeito que prefere a roupa feita com exclusividade
para ela; ou ao jovem atleta que quer uma blusa nas cores
do seu time preferido; mas, a exemplo do que faz toda grande
empresa, precisamos ter nosso produto principal, nossa especialidade,
aquilo que podemos oferecer de melhor ao nosso principal mercado.
Planeje, pesquise os nichos de mercado do seu ambiente. Pode ser muito intere$$ante.
Agosto/2002
* - * - *
VOLTAR |
Segundo dados estatísticos dos grandes institutos de pesquisa,
o salário MÉDIO das pessoas empregadas na região
metropolina de São Paulo gira em torno de R$ 880,00.
É preciso comentar que, segundo as pesquisas, dentro
disso está constatado que o salário médio
DOS HOMENS é de R$ 1.002,00, enquanto o salário
médio DAS MULHERES é de R$ 637,00. Esses dados
foram publicados pelo jornal O ESTADO DE SÃO PAULO
(25/06/02) e estão ao seu dispor, na Internet, em http://www.estadao.com.br/agestado/noticias/2002/jun/25/135.htm.
Com certeza, para a grande maioria das pessoas cujos salários
giram em torno dessa média, considerar uma renda extra
pode ser a diferença na hora de gastar além
das necessidades básicas: uma roupa, um sapato, um
cinema, uma bolsa, um presente, uma viagem. Pode ser a diferença
na hora de uma despesas inesperada, qualquer que seja.
E
o que o tricô tem a ver com isso? O tricô é
uma excelente fonte de renda extra; das melhores mesmo, se
analisada com calma e planejamento.
Considere
que você estará lidando com uma matéria
prima NÃO perecível; portanto, o estoque não
estraga, não deteriora. Considere que você estará
lidando com gostos e necessidades diretas dos consumidores;
portanto, aquela peça amarela que não é
do SEU gosto, poderá ser maravilhosa para a cliente
que gostar especialmente dessa cor. Considere que as peças
justas não são boas para algumas pessoas, mas
para outras são "tudo" porque elas detestam
o larguinho, o soltinho...
O
que isso significa? Que o seu produto não tem "contra-indicação"!
Que ele sempre será ideal e perfeito para a(o) cliente
certa(o). Portanto, o retorno sobre cada peça produzida
não é uma questão de verdadeiro ou falso,
é uma questão de tempo: mais cedo ou mais tarde
o rendimento de cada roupa tecida estará no seu bolso.
Considere ainda que a sua máquina de tricô é
perfeita e adequada à produção de roupas
em geral (e não apenas para o inverno); aliás,
nada mais verão do que o tricô rendado que as
máquinas atuais produzem. Se pensar bem, verá
que não há nada mais em moda do que a delicada
transparência da malha de tricô de verão.
Não
há quem não goste de pensar numa melhoria de
sua renda mensal. Está ao alcance da suas mãos
conquistá-la! Use sua máquina de tricô,
um "pequeno negócio" estimulante, prazeiroso
e rentável.
* - * - *
voltar |
Um bicho chamado..... FRONTURA |
"Quando
Deus criou o Mundo do Tricô, colocou nele uma maravilhosa
Máquina; para contrabalançar tanto bem e tanta
alegria, disseminou pelo paraíso um bicho chamado Frontura
que serviria apenas para atrapalhar o trabalho de quem a utilizasse
na Máquina. (Da lenda "Nas profundezas da ignorância")
Dentre
todas as dúvidas sobre as quais somos frequentemente
questionados esta é a que se sobressai de maneira mais....
inacreditável.
"
Me disseram que a frontura não serve para nada; é
verdade?... Para que serve a frontura?...
Me desaconselharam a comprar a frontura porque dizem ser super
difícil trabalhar nela....
Me mandaram tirar a frontura da máquina porque que só
serve para atrapalhar. "
Só
se pode crer que pessoas espalhem esse conceito equivocado se
admitirmos que elas não sabem o que dizem. Só
quem não conhece uma frontura, e seus excelentes recursos,
ousaria falar mal dela.
Só quem não soubesse usá-la, quem não
soubesse tirar proveito dela, estaria à altura de querer
desacreditá-la.
Seria perfeitamente compreensível e aceitável
que alguém dissesse: "Desculpe, eu não tenho
a Frontura e, por isso, não posso comentar sobre sua
utilidade." Mas dizer "Não vale a pena, não
a compre, não compensa tê-la", é querer
transferir à outra pessoa a sua própria frustração
no assunto.
Pior
que isso: pense que alguém pode estar querendo que você
não tenha a Frontura, exatamente para que não
seja capaz de realizar os trabalhos especiais e os acabamentos
de aspecto profissional que ela nos permite tecer!
O
que a Frontura faz???? TUDO o que a máquina faz, exceto
utilizar cartelas. A frontura não tem o leitor de cartelas;
mas todos os demais procedimentos a sua frontura faz (isso inclui
o recolhido e o deslizado que todas as máquinas têm).
Ela tem, ainda, recursos que, SOMADOS aos da máquina,
resultam em efeitos únicos que sua máquina, sozinha,
não pode criar. Por exemplo: a maioria das fronturas
têm movimento, pode ser deslocada para a direita e para
a esquerda em relação à máquina
(o que nos permite criar pontos trabalhados sem cartelas, como
os em zig-zag, por exemplo).
É
inacreditável que exista quem tente desacreditar um acessório
que é absolutamente fantástico, de uma utilidade
ímpar e que dobra (quando não triplica), a margem
de aproveitamento da máquina! Não e não!
Não acredite em quem lhe falar mal da Frontura! Todas
as boas máquinas industriais USAM A FRONTURA; as melhores
máquinas domésticas... também! Todas as
grandes tricoteiras têm frontura em suas máquinas;
TODAS. Não existe uma grande tricoteira "pela metade";
se ela tem máquina de tricô, a frontura é
o acessório que a transforma, de boa, em tricoteira completa.
Sem meios termos, sem meias desculpas, sem meias palavras.
De
que outra forma você poderia tecer, na máquina,
blusas básicas, aderentes ao corpo, em pontos canelados?
E calças fuzô (estilo legging) gostosíssimas,
em qualquer ponto barra? E como fazer blusas de verão
fresquíssimas, que, feitas com frontura, eliminam a necessidade
de acabamentos complexos e demorados? Como tecer malha dupla,
igual no direito e no avesso, para peças especiais? Como
fazer vestidos tubinhos charmosos em ponto barra? Como fazer
frentes únicas estilo top, em pontos canelados? Como
fazer caneleiras e gorros canelados? E as bermudas ciclista,
caneladas? Como produzir peças em pontos fantásticos
como o Perlê, o Inglês e a Barra Italiana? Sem falarmos
das peças em malha 4x1, 6x3, 10 x 2, etc., etc???? COM
A FRONTURA, sim! É ela que nos permite tudo isso (e muito
mais)!
(nota:
E nem vamos falar em trançados ou em jacquard que não
deixa fios soltos no avesso...)
Mas....
é possível fazermos tricô, SEM termos a
frontura? É possível. Muitas pessoas começam
só tendo a máquina. Faz-se centenas, inúmeras
roupas mesmo, sem usarmos a frontura. Se você não
tem a frontura ainda, ou se pretende comprar inicialmente só
a máquina, saiba que vai aprender muito, vai fazer ótimas
peças sem ter a frontura. Mas o seu amadurecimento natural,
a sua prática de tricô e a sua criatividade vão
acabar por pedir, por reclamar, por desejar e por necessitar.....
da frontura. Na medida em que você for se sentindo segura
no seu tricô, vai sentir também que ela, a frontura,
é um acessório importante, útil e necessário
ao crescimento qualitativo do seu trabalho. Por isso é
preciso que você não se deixe equivocar por quem,
por desconhecimento, possa lhe dar uma imagem errada desse maravilhoso
acessório. Como dissemos anteriormente, a frontura duplica
(pelo menos) as possibilidades; se fazemos X tipos de roupas
só com a máquina, tendo também a frontura
fazemos X+X.
E
você vai tê-la; e vai reaprender conceitos, e vai
se adaptar a ela, vai aprender a usá-la. Odiará
cada palavra que ouviu ou soube "contra" ela; brotará
em você uma enorme paixão por todos os novos passos
que poderá dar no tricô, por tudo o que ela, a
frontura, vai acrescentar em possibilidades. Então, como
tantas, como todas as grandes tricoteiras, você dirá...
"Meu Deus... como consegui viver tanto tempo sem ela? ".
Quando
esse pensamento lhe ocorrer, não tenha dúvidas:
aquele bicho-monstro da lenda será, nas suas mãos,
o mais domesticado e apaixonante auxiliar do seu sucesso!
Março 2002
voltar |
É
setembro. Você teceu inverno, criou, brilhou, vendeu.
Já se pode pensar em "fechar o balanço",
verificar gastos, faturamento, lucro, estoque. É tempo
de repor seu estoque de fios de inverno; recompor tudo o que
foi gasto de preto, azul, cinzas, branco, bege, vermelho e
demais cores básicas (cor básica no sentido
de "cor que nunca sai de moda").
Sim
e sim, tudo isso é preciso; é necessário.
Mas estamos pensando apenas numa das pontas: você, o
seu trabalho, o seu estoque, o seu faturamento, o seu gasto.
Isso não é suficiente! Temos que pensar muito
além disso: todo negócio tem duas pontas, até
porque ninguém negocia consigo mesmo. Você precisar
pensar também no outro lado do seu empreendimento de
tricoteira: a sua cliente!
Não
se pode mais virar as costas ao mercado e só pensar
nele "no próximo inverno". A menos que você
esteja querendo entregar a SUA cliente a outro(a) fornecedor(a)...
! Conquistar uma cliente é um investimento; no mínimo,
de tempo. Como tempo É dinheiro, a sua cliente lhe
custou esforço, tempo, dinheiro! Você não
acha que deve se preocupar em mantê-la satisfeita para
que continue sua cliente?
Agora
é tempo de você fazer a manutenção
do mercado conquistado: contate suas clientes, informe que
você está se "reciclando", refazendo
estoques de cores, de fios, e que irá produzir alguma
coisa de verão.
O que ela, sua cliente, recomendaria que VOCÊ tecesse?
Discuta sugestões, comente a moda, veja o que ela acha
do vermelho com branco, das blusas de alcinha, dos shorts
(ela prefere mais curtos, cintura mais baixa? Ou gosta do
estilo quase bermudinha?); será que ela vai
à praia? Viajará no final do ano? Já
tem uma lista de presentinhos de Natal pronta? Ah, mas você
terá ótimas sugestões de presentes fantásticos
para o Natal dela...! Comente que ela vai adorar as blusinhas
e conjuntinhos que você vai produzir a partir de agora!
Com isso você vai estar plantando a curiosidade e semeando
a idéia de "soluções ótimas,
diferentes e exclusivas" para o final de ano. (a lista
de presentes de Natal é um sufoco para todo mundo...)
Anote,
detalhadamente, todas as idéias levantadas; você
poderá ter um perfil de cada cliente sua. Com base
nesse levantamento, inicie imediatamente sua programação
de verão! Você não vai perder essa fantástica
oportunidade de manter sua clientela ligada em você,
interessada no seu trabalho, confiante na qualidade do que
você tece, vai?
Você não vai jogar fora a oportunidade de ganhar
um ótimo dinheiro no verão, vai? Você
não vai desperdiçar a chance de ampliar seu
conceito e até sua clientela, vai?
Não
se permita estar no rol das tricoteiras que só lembram
das clientes no inverno. Como querem ser bem sucedidas, conhecidas,
conceituadas se abandonam seu mercado na maior parte do ano?
Como querem que as pessoas saibam que tricotam, que fazem
peças belíssimas, se só "saem da
toca" quando a neve cai lá nos Andes?
Seja profissional, seja empresária do seu trabalho!
Seja uma tricoteira integral, planejada, atenta, organizada.
Se o inverno é sua maior fonte de renda, faça,
do verão, a melhor!
Não
abandone seu mercado, o que você conquistou a duras
penas. Toda tricoteira bem sucedida precisa, além de
técnica, criatividade e conhecimentos, ser cuidadosa
com o seu mercado. Alimente-o, melhore-o, amplie-o! Aproveite
bem o verão!
Primavera, 2001
voltar |
www.tricocursos.com.br
|